Renê Simões revela ‘gritos’ de Muralha e reação respeitosa de jogadores nos tempos de Figueirense

Desde a última quinta-feira (23 de novembro) não se fala em outro nome no Flamengo que não seja o de Alex Muralha. Substituto imediato de Diego Alves, que quebrou a clavícula ainda no 1° tempo da vitória de virada por 2 a 1 sobre o Junior Barranquila-COL, no Maracanã, o goleiro, que já não vinha tendo boas atuações no primeiro semestre, passou a ser bombardeado de críticas pela torcida rubro-negra, principalmente após as duas falhas que cometeu na partida do último domingo (26) contra o Santos, pelo Brasileirão, que selaram o revés do clube paulista por 2 a 1, na Ilha do Urubu.

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Nesta terça-feira (28), o goleiro viajou normalmente junto da delegação que irá para a Colômbia decidir a vaga na final da Conmebol Sul-Americana, na próxima quinta (30), mas a tendência é que César, que não atua em partidas oficiais pelo Flamengo desde dezembro de 2015, seja o titular.

A má fase que enfrenta inclusive tem permitido que a qualidade de Muralha seja questionada, mesmo que no ano passado o goleiro de 28 anos tenha feito uma boa campanha na meta rubro-negra, sendo titular em boa parte da temporada.

Técnico do Figueirense em 2015, ano em que Muralha se destacou na campanha da equipe catarinense no Brasileirão, Renê Simões foi um dos profissionais do futebol que teve contato e trabalhou diretamente com o goleiro. Em entrevista ao FOXSports.com.br, ele lembrou, inclusive, que o jogador era um dos líderes daquele grupo.

“Um excelente goleiro, nível de Seleção Brasileira, em um péssimo momento. Lá no Figueirense, cruzavam uma bola na área e ele gritava, parava todo mundo, ninguém ia na bola, todo mundo sabia que era do Muralha”, afirmou Renê, que também opinou sobre o que deve ser feito com o goleiro daqui em diante. 

“Tem que proteger esse rapaz, você quer o bem dele, proteja ele. Não é jogando na arena. Pelo tempo que já passou, agora tira ele de cena um pouco, que ele vai voltar a ser o goleiro que ele é. Vi a entrevista dele no domingo (26), ele dizendo assim: ‘É, criaram que eu sou um goleiro ruim’, mas não é um goleiro ruim, mesmo. Isso eu garanto porque eu trabalhei com ele, agora, está em um momento muito ruim, é diferente você ser ruim e você estar em um momento ruim. Mas vai passar, como tudo na vida”, completou.

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Crédito da foto: Gilvan de Souza/ Flamengo 

                             

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